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ÂNCORA DE PAPEL

ÂNCORA DE PAPEL

A sinceridade é o meu maior dever

“A sinceridade é o meu maior dever, nem que para isso tenha de sofrer”. Podia apenas ficar-me pela frase, retirada de uma música da qual não sei o nome, mas retive-a porque sou pela sinceridade, por trocas verdadeiras e por atos genuínos.

Se me perguntassem quais são as bases de uma qualquer relação, uma delas seria a sinceridade. Sinceridade na forma como chegamos até ao outro, sinceridade nas trocas e nos momentos que com ele vivemos, sinceridade no que é falado e transmitido. Não adianta fingirmos, mostrarmos algo que não somos ou alimentarmos uma interação assente na mentira. O tempo passa, as ações contradizem as palavras e o que fica, depois de tudo, é a verdade de que tudo foi uma mentira. 

Vamos ser sinceros, primeiro connosco e depois com aqueles com quem nos cruzamos, sem nos esquecermos que a vida é como um boomerang: tudo o que damos aos outros para nós volta. 

 

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