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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Abraço: o toque de alma

22.05.19, Miguel Oliveira

Dizem que hoje se celebra o Dia do Abraço. 

Gosto de abraços! Gosto muito de abraços! Gosto do contacto físico que eles implicam. É reconfortante, é carinhoso, é especial.

Tenho para mim que os abraços são dos gestos mais bonitos e mais verdadeiros que podem existir entre duas pessoas. Sente-se quando é sincero. Sente-se quando é dado com verdade, com alma.

Há abraços para todos os gostos: abraços de amigos, de familiares, de amantes; há abraços de festejo e de consolação; há abraços breves e demorados; há abraços recebidos e abraços partilhados. Seja qual for o tipo e o motivo do abraço, são dois corpos que se entrelaçam, duas almas que dão as mãos e dois corações que partilham o mesmo momento - o momento de estar ali para o outro. Apenas isso. 

Abraçar alguém é permitir que os corpos comuniquem; é dar carta branca para que os braços que nos recebem nos embalem, nos envolvam com tranquilidade; é autorizar que nos apertem para nos mostrarem que está tudo bem; é permitir que o tempo pare porque nada mais importa além daquele contacto; é fechar os olhos e sorrir por dentro. 

Abrace! Abrace de manhã, à tarde ou à noite. Abrace porque está feliz ou procure um abraço porque precisa de um pouco de colo. Abrace na despedida e na chegada. Abrace para festejar ou para apoiar alguém. Abrace amigos e familiares. Abrace mesmo aquele que não conhece tão bem, mas que soube ver que não estaria num bom dia. Apenas abrace, porque

 

um abraço verdadeiro toca mais a alma do que a pele.

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