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ÂNCORA DE PAPEL

ÂNCORA DE PAPEL

Deixar saudade

O poema diz-nos que "As coisas vulgares que há na vida/ Não deixam saudades/ Só as lembranças que doem/ Ou fazem sorrir" (Chuva, de Jorge Nunes). 

Ao atentar na letra, questionei-me sobre tudo aquilo que temos na vida e que poderia não deixar saudade. É certo que tudo faz parte e talvez precisemos das mais insignificantes vivências da mesma forma como precisamos dos grandes amores e das grandes aprendizagens, mas olhando para nós, para o que temos, para quem nos rodeia, o que é que não deixaria saudade? Que tempo e disponibilidade estamos a dar a pessoas e acontecimentos que nada nos acrescentam e dos quais não nos vamos recordar? 

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