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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Pequenas questões

28.06.19, Miguel Oliveira

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Todos temos dias difíceis. E as dificuldades podem ser bastante diversas. Difíceis porque somos apanhados pelos imprevistos; difíceis porque temos muito trabalho; difíceis porque há muitas situações aborrecidas para tratar; difíceis porque apetecia-nos tudo menos aquilo que temos para cumprir; difíceis porque tudo nos sai ao lado. Seja como for, há dias difíceis para todos. Porém, o que fazemos nós nesses finais de dia? 

Quantas vezes, no fim de um dia difícil, olhamos para nós? Quantas vezes refletimos nas pequenas tarefas que conseguimos cumprir? Quantas vezes damos como bem sucedido o nosso papel naquele dia? 

No fundo, e é de tudo isso que se trata, quantas vezes nos valorizamos ao final de cada dia

Em todos os dias, mas especialmente nos difíceis, devíamos pensar no que fizemos de novo; no que nos parecia impossível e foi possível; no que nos custou horrores fazer mas que foi feito. 

Tudo, mas mesmo tudo, tem de partir de nós. Se não nos valorizarmos, não reconheceremos como verdadeiro qualquer valorização que venha de terceiros. Aquilo que não acontecer dentro de nós, não será recebido quando vier de fora. 

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