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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Saudade

06.04.19, Miguel Oliveira

Sentimos saudades muitas vezes, de muitas coisas. São saudades de experiências vividas, saudades de pessoas, de locais que nos marcaram. Porém, uma questão se impõe: já alguma vez sentiu saudades suas? Saudades das suas melhores características, da sua melhor gargalhada, do seu olhar mais brilhante? Já alguma vez sentiu saudades de estar feliz apenas por si, por um feito seu?

Às vezes perdemo-nos. Perdemo-nos nas obrigações, nas tarefas, nos sonhos, nos medos, nos pensamentos negativos, nas ansiedades, mas, o pior de tudo, perdemo-nos de nós! Desviamo-nos do que somos, daquilo que podemos fazer de positivo, daquilo que podemos fazer por nós. Se é verdade que temos em nós todos os sonhos do (nosso) mundo, então temos em nós a possibilidade de dar gás a tudo aquilo que precisa de energia para se mover. 

Temos de ir à nossa procura, de nos resgatarmos da agitação que é a nossa vida e de procurarmos em nós o nosso melhor lado, o nosso melhor amigo, o nosso mais fiel companheiro.