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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Somos muito

06.03.19, Miguel Oliveira

Somos muito. Somos interior e exterior. Somos defeitos e qualidades. Somos dias "não" e dias "sim". Somos o melhor e o pior, tudo na mesma pessoa. Somos muito e só assim devemos ser encarados, pensados e, acima de tudo, gostados. Mesmo que algumas características sobressaiam e nos tornem objeto de interesse para alguém, é como um todo que devemos ser olhados e mantidos em qualquer relação. Se formos considerados apenas por uma das nossas partes, então seremos rejeitados quando tudo o resto se sobrepuser àquilo que levou a sermos escolhidos. Um corpo, um lado brincalhão ou um bom ouvinte, tudo em separado, não fazem uma pessoa interessante. Depois de algum tempo, falta qualquer coisa, falta mais, falta substância. Somos muito e temos de ser considerados como tal. 

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