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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

E se o amor fosse...?

20.08.19, Miguel Oliveira
Gosto de intensidade. Mesmo nas coisas mais simples, se forem oferecidas com intensidade, tudo fica melhor, tanto o momento como a recordação. E no amor não podia ser diferente. Não para mim! Se o amor fosse uma bebida, não quereria uma bebida de tara perdida nem o vinho mais barato do supermercado; preferia um vinho de reserva, o mais galardoado e caro que existisse, cujo sabor melhora com o tempo.  Se o amor fosse um prato de comida, não queria uma "diária" de um qualquer (...)

Mundo de atualizações

06.08.19, Miguel Oliveira
Vivemos numa sociedade de consumo. À nossa volta tudo é feito para que queirarmos trocar o velho de hoje pelo novo de amanhã. Tudo o que se pretende é que queiramos mais e melhor. E há sempre mais e melhor, ou pelo menos é isso que nos tentam passar. De pessoas a bens, há sempre possibilidade de troca.  Tudo está cada vez mais tecnológico, e onde há tecnologia há sempre espaço a melhorias, inovações e tendências. Os topos de gama de hoje são antiguidades amanhã. Seja nos gadget (...)

Sobre dias felizes

24.07.19, Miguel Oliveira
Há dias e dias. Depois, há dias felizes. Aqueles em que estamos felizes! Aqueles onde as horas não custam a passar, onde tudo flui e tudo tem o seu tempo. Aqueles dias em que nos sentimos competentes, escutados e valorizados. Aqueles em que tudo à nossa volta faz sentido. Aqueles em que queremos gritar ao mundo e partilhar toda a emoção que vai dentro de nós! Hoje está a ser um dia assim. Um dia feliz! Não que me tenha saído dinheiro numa raspadinha ou que tenha ganho alguma (...)

Inspiração

03.07.19, Miguel Oliveira
O post de hoje é muito simples, direto e objetivo. Daqueles cujo único propósito é parar e refletir. Se lesses a tua história de vida num livro, inspirar-te-ia?  

Bem-estar psicológico e sexual

02.07.19, Miguel Oliveira
Este é um post diferente, mas muito próximo daquilo que costumo partilhar aqui.  Com o objetivo de "estudar a relação entre o bem-estar psicológico e o bem-estar sexual", uma equipa de investigadores do Porto em parceria com o Canadá procuram perceber a relação entre estes dois construtos.  É através das investigações que se avança no conhecimento. É através da partilha de pensamentos, ideias feitas e mitos que se consegue informar melhor a população. Por isso, e por (...)

Pequenas questões

28.06.19, Miguel Oliveira
Todos temos dias difíceis. E as dificuldades podem ser bastante diversas. Difíceis porque somos apanhados pelos imprevistos; difíceis porque temos muito trabalho; difíceis porque há muitas situações aborrecidas para tratar; difíceis porque apetecia-nos tudo menos aquilo que temos para cumprir; difíceis porque tudo nos sai ao lado. Seja como for, há dias difíceis para todos. Porém, o que fazemos nós nesses finais de dia?  Quantas vezes, no fim de um dia difícil, olhamos para (...)

Deixar saudade

17.06.19, Miguel Oliveira
O poema diz-nos que "As coisas vulgares que há na vida/ Não deixam saudades/ Só as lembranças que doem/ Ou fazem sorrir" (Chuva, de Jorge Nunes).  Ao atentar na letra, questionei-me sobre tudo aquilo que temos na vida e que poderia não deixar saudade. É certo que tudo faz parte e talvez precisemos das mais insignificantes vivências da mesma forma como precisamos dos grandes amores e das grandes aprendizagens, mas olhando para nós, para o que temos, para quem nos rodeia, o que (...)

Junho: celebrar

01.06.19, Miguel Oliveira
Junho. Ele chegou. E qual o verbo escolhido? Celebrar.  Curiosamente, neste que é o primeiro dia no início da segunda metade do ano, é também o Dia da Criança.  Estamos cá. Estamos vivos. Porém, quantas vezes nos lembramos dos meninos e meninas que fomos em tempos? Quantas vezes nos lembramos dos medos já ultrapassados e dos sonhos que ainda estão por realizar? Quantas vezes recuamos à nossa infância e fazemos algo para ver aquela criança sorrir de contentamento? Quantas (...)

Abraço: o toque de alma

22.05.19, Miguel Oliveira
Dizem que hoje se celebra o Dia do Abraço.  Gosto de abraços! Gosto muito de abraços! Gosto do contacto físico que eles implicam. É reconfortante, é carinhoso, é especial. Tenho para mim que os abraços são dos gestos mais bonitos e mais verdadeiros que podem existir entre duas pessoas. Sente-se quando é sincero. Sente-se quando é dado com verdade, com alma. Há abraços para todos os gostos: abraços de amigos, de familiares, de amantes; há abraços de festejo e de (...)

Só porque (não) faz sentido

18.05.19, Miguel Oliveira
Todos os dias nos cruzamos com muitas pessoas. Umas são-nos estranhas; outras conhecemos de vista; algumas fazem parte da nossa rede; outras já fizeram; e ainda há aquelas que, por algum motivo, num qualquer momento de um dia, começam a fazer parte das nossas interações. Por uma qualquer razão, começamos a interagir com alguém novo. Os motivos podem ser vários, do nosso lado ou do lado da outra pessoa. O que importa frisar é que uma qualquer interação começa com um sentido. (...)