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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Brincadeiras na areia

18.08.19, Miguel Oliveira
O dia está quente. Ladeados por uma água calma, azul e brilhante, eles brincam na areia branca da praia. "Trouxeram a casa às costas", como diriam os seus avós se ali estivessem. Entre carros, baldes, raquetes e discos voadores, estão ali. Andam para a frente e para trás. Correm, saltam, molham-se e sorriem. Falam alto da mesma forma como sussurram baixinho ao ouvido de um amigo: alegres. É alegres que estão o tempo todo. Há alegria na corrida para a água; há vivacidade nos (...)

Naturalidade num mundo de pressões sociais

20.12.18, Miguel Oliveira
“A tua naturalidade não tem de agradar a todos.” ou “É a tua naturalidade que te define.” são duas das frases de um anúncio publicitário. Estas são frases aparentemente simples que nos entram casa adentro, mas que devíamos encarar com mais seriedade, pelo menos escutar com mais atenção.  De manhã à noite estamos rodeados de ecrãs, montras com revistas ou painéis publicitários de onde nos chegam imagens da (suposta) perfeição, daquilo que é desejado pela sociedade (...)