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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Na roda do sexo

30.05.19, Miguel Oliveira
Hoje partilho-vos uma experiência (muito) pessoal.  Desde que lhes conheço a sua existência, sempre mantive uma postura muito crítica em relação a elas. E crítica não por serem boas ou más, mas porque vejo além delas, porque questiono o fundamento do que ali se procura e não me identificava com a ilusão ali espelhada.  Sei o que quero e sei também o que não quero, o que não me faz sentido, o que nada me acrescenta - e quando algo não me acrescenta, apenas me afasto. (...)