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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Tarefas inadiáveis

09.10.18, Miguel Oliveira
O tempo passa e vamo-nos tornando cada vez menos atentos ao que nos rodeia e, sobretudo, a quem nos rodeia. Por culpa de quem? Acredito que, em grande parte, do ritmo de vida que levamos, onde as obrigações e responsabilidades nos sugam o tempo, a atenção, a criatividade, a sensibilidade. A par desta azáfama em que vivemos, somam-se as tarefas para realizar nos amanhãs, iludidos num amanhã que pode não chegar, ignorando a noção de finitude que tem a vida.  Cada pessoa tem a (...)

Fragmentos

04.10.18, Miguel Oliveira
Durante muito tempo fui alguém que se preocupava somente com o futuro. Pensava só no amanhã, de como e quando chegaria, o que me iria trazer, onde iria estar, como me iria sentir. Vivia desmesuradamente uma realidade que não é possível viver porque nada mais temos do que aquilo que somos a cada segundo. Com o tempo, e desiludido por esperar por um amanhã que nunca chegava como ansiava, fui aprendendo a viver o presente, a aceitar o passado e a ter esperança no futuro, mas um futuro (...)