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Âncora de papel

by Miguel Oliveira

Na roda do sexo

30.05.19, Miguel Oliveira
Hoje partilho-vos uma experiência (muito) pessoal.  Desde que lhes conheço a sua existência, sempre mantive uma postura muito crítica em relação a elas. E crítica não por serem boas ou más, mas porque vejo além delas, porque questiono o fundamento do que ali se procura e não me identificava com a ilusão ali espelhada.  Sei o que quero e sei também o que não quero, o que não me faz sentido, o que nada me acrescenta - e quando algo não me acrescenta, apenas me afasto. (...)

Síndrome da figura pública

15.04.19, Miguel Oliveira
"Foi tão bom, tão bonito, tão completo que a gente nem fotografou, nem localizou, nem postou. Apenas viveu!"   O novo ano trouxe-me um novo olhar sobre as redes sociais ou, pelo menos, um à vontade maior de afirmar o que já há algum tempo pensava. No tempo dos diretos e das stories, as redes sociais são um elemento presente na vida de qualquer um, deixando de ser algo que apenas diz respeito à malta nova. Para uns é uma ferramenta de trabalho, para outros um hobby ou ainda uma (...)

P.M.R.V.

09.03.19, Miguel Oliveira
Hoje faço-vos um pedido de ajuda. Sei que vivemos na era do digital. As redes sociais dominam o nosso dia a dia, o objetivo de acedermos a elas para contactar com familiares ou amigos distantes há muito que foi ultrapassado e hoje, à distância de um click e de uns segundos, conseguimos falar com quem quer que seja, em qualquer parte do mundo, com os mais variados objetivos. O acesso tornou-se fácil, a ideia de que existe uma infinidade de possíveis contactos e a necessidade de uma (...)

Virgindade sem tempo

22.01.19, Miguel Oliveira
Uma rapariga de 18 anos, participante de um programa de televisão, afirma nunca ter namorado nem beijado alguém. Estas afirmações são usadas na divulgação do episódio, nas redes sociais. Reações imediatas? Insultos, troça e comentários desprovidos de qualquer noção.  Estamos em pleno século XXI, altura em que as redes sociais fazem parte do nosso dia a dia e servem para tudo. A era das aplicações revolucionou a forma como contactamos, como nos conhecemos uns aos outros e (...)